Neste templo podemos nos transportar ao branco que brilha e cura, ao preto que fecha e contempla o renascimento, ao dourado que ilumina a passagem do nascer ao renascer, dourado que dá a luz aos oratórios, onde podemos orar nos cantos mais exóticos e imaginários. Serão eles o poder dos anjos, onde cada um conforta seus desejos e incertezas de renascer?

A cruz, o alvo é a alma divina de ir e vir na simbologia de vidas passadas, presentes e futuras. Sinto-me crucificada neste templo eterno de luz e escuridão.


Karin Paiva
Artista plástica e filha de Vera Wildner